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A dieta dos campeões: saiba o que vai ao prato da seleção brasileira

Às vésperas da Copa do Mundo, a expectativa com relação à seleção brasileira é bastante alta. Afinal, todos (ou quase todos) queremos o hexa, certo? E para que nossos jogadores entrem em campo com toda a energia e disposição para buscar a taça, a dieta tem que ser adequada ao gasto energético e às necessidades nutricionais de cada atleta e da equipe como um todo.

E a dieta deles não poderia ser mais brasileira: arroz, feijão, bife e salada. Esse é o cardápio principal da seleção de Luiz Felipe Scolari, segundo a nutricionista da equipe, Silvia Ferreira. Já para as grandes vitórias, está liberado churrasco, bife à milanesa ou batata frita. Tudo com direito à sobremesa. Já o álcool, nem pensar!

“Os jogadores não esperam um cardápio sofisticado. Querem comida caseira, com ingredientes dos quais eles sentem falta muito próxima daquela que comemos diariamente”, conta Silvia, que atua na comissão técnica da seleção desde 2001. “Nosso principal desafio é evitar a monotonia das refeições. Para isso, é importante caprichar na apresentação dos pratos, principalmente na combinação de cores”, completou a nutricionista.

De acordo com a especialista, existe um cardápio único para a equipe, composto por seis refeições diárias, mas também existem demandas e necessidades especiais e individuais que precisam ser atendidas pela nutricionista. É o caso dos jogadores que tiveram temporadas desgastantes, que precisam de mais carboidratos, e também daqueles que querem diminuir o porcentual de gordura, que também ganham dietas especiais. Para definir essas particularidades, a nutricionista vai se reunir com o departamento médico da seleção brasileira a partir do dia 26 de maio, e as necessidades individuais serão definidas por exames específicos aos quais a equipe irá se submeter.

Ainda segundo Silvia, não há grandes problemas com os meninos quando o assunto é dieta, nem mesmo com Ronaldo e Adriano, que sempre sofreram com o efeito sanfona. “Eles são muito disciplinados. Não dão trabalho. O prazo para disputa da Copa é muito curto. Não dá tempo para grandes modificações nos hábitos e no metabolismo. Eles sempre ficam muito disciplinados durante a Copa”, conta a nutricionista.

(via Agência Estado/Exame)

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