como contratar plano de saúde
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6 dicas para contratar um plano de saúde com segurança e sem stress

Saúde é coisa séria, e a gente já sabe. E por isso mesmo não dá pra ficar descoberto naqueles momentos em que a gente precisa de um médico, exames ou até mesmo de alguns procedimentos cirúrgicos, seja pela ausência de um plano de saúde ou porque você não sabe (ou não soube) como contratar o serviço e agora não consegue acesso aos serviços de que precisa. Então, pedi ao pessoal do site Plano de Saúde que nos ajudassem com algumas dicas de cuidados que temos que ter na contratação pra garantir que a gente não fique sem cuidados médicos logo quando necessitamos deles.

Eles me explicaram que, segundo a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, existem alguns cuidados que se deve tomar ao adquirir um plano de saúde, considerando o histórico de problemas já registrados com operadoras de planos e ineficiência de alguns planos frente às expectativas dos usuários. Alguns destes cuidados são:

  1. Confiabilidade do plano – O usuário precisa pedir à operadora que vende o plano de saúde para fornecer o número de registro na ANS. Com esse dado é possível conferir o desempenho da empresa no site da ANS e seu histórico e posição na lista de operadoras que recebem reclamações dos consumidores.
  2. Coberturas – O interessado em adquirir um plano de saúde deve saber que os planos são obrigados a oferecer consultas, exames e tratamentos, segundo a modalidade que consta do contrato e cobrindo o que seria o mínimo obrigatório. Se você adquirir um plano sem cobertura para obstetrícia não vai poder exigir esse atendimento no futuro.
  3. Atendimento de emergência – para os planos de saúde com cobertura apenas ambulatorial, o atendimento de emergência será realizado nas primeiras 12 horas de um evento, no pronto-socorro. Não haverá cobertura se houver necessidade de internação hospitalar. Nesse caso, após o atendimento no pronto-socorro, o paciente é transportado para uma unidade do SUS que esteja disponível para atender, o que, muitas vezes, coloca o usuário numa posição de vulnerabilidade.
  4. Preço – esse é um elemento que você deve considerar se esta dentro de um orçamento familiar e ainda prevendo que anualmente existem reajustes nas mensalidades. Procure uma orientação antes de adquirir o seu plano de saúde. Os planos de saúde que atendem apenas a consultas e exames são mais baratos. Os planos que atendem em qualquer lugar do país são mais caros do que os planos que têm atendimento apenas na sua localidade. Além disso, a idade é um fator que encarece o plano. Geralmente após os 59 anos o usuário passa para a faixa de preço mais alta, permanecendo nessa faixa de forma definitiva.
  5. Reajustes – os planos de saúde tem reajuste anual, regulamentado pela ANS, considerando a data do contrato ou então pela mudança de faixa etária. Os planos iniciam na faixa etária que vai até os 19 anos e depois se alteram a cada 5 anos. Infelizmente, a expectativa de inflação no Brasil faz com que haja um mecanismo de aumento a cada ano.
  6. Doenças pré-existentes – As operadoras de planos de saúde não podem, oficialmente, recusar um cliente. O que pode acontecer é que, se você declarar uma doença pré-existente, terá de aguardar um período de carência para o atendimento específico do problema ou terá um acréscimo no valor mensal a pagar, para que tenha um atendimento completo, incluindo o tratamento da doença.

Lidar com plano de saúde e suas burocracias nunca é agradável, né? Mas é necessário, principalmente pra quem tem filhos (independente da idade, a preocupação é sempre a mesma, já diz minha mãe) ou idosos na família. E pra gente não se estressar, o jeito é buscar informações qualificadas sobre o assunto e nos munir de conhecimento. É isso que tento fazer aqui no blog: compartilhar conteúdo pra que vocês não sejam enganados ou passados pra trás. E o pessoal do Plano de Saúde também faz isso com relação a serviços médicos, por isso pode ser uma boa ficar de olho nas dicas e orientações deles 😉

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