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Biscoito recheado vicia tanto quanto cocaína, diz estudo

Impressionante, né?

Foi o que mostrou um estudo feito por alunos de Psicologia da Connecticut College usando o biscoito Oreo (o mais popular entre os americanos).

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Por que o grupo escolheu justamente a Oreo? Por muitas razões: pelo fato de ser o biscoito preferido nos EUA, por ser bastante palatável para as cobaias, por concentrar altos níveis de açúcar e gordura e por ser um produto acessível a pessoas de baixo poder aquisitivo.

E eles descobriram algo bem curioso: os ratos de laboratório também comem primeiro o recheio de baunilha para depois comer o biscoito de chocolate. A descoberta aconteceu quando os pesquisadores colocaram ratos famintos em um labirinto em que eram recompensados com Oreo de um lado e bolinhos de arroz do outro lado. Além da escolha feita pelos animais, o tempo de permanência em cada “área de recompensa” foi medido também.

Então, os estudiosos compararam os resultados com outro experimento semelhante, mas que usava substâncias diferentes como recompensa: de um lado, uma injeção de cocaína ou morfina e, de outro, um gole de soro fisiológico.

Ao cruzar os resultados, os cientistas perceberam que os ratos condicionados com o biscoito Oreo ficaram tanto tempo no lado de recompensa quanto os ratos condicionados com as drogas. (significa!)

Além disso, ao analisar a ativação dos neurônios no centro de prazer do cérebro, foi possível ver que o biscoito provocou mais estímulos do que as substâncias alucinógenas.

Para os pesquisadores, esses resultados podem reforçar, cientificamente, a teoria de que comidas gordurosas e doces demais podem ser tão “viciantes” e tão prejudiciais à saúde quanto as drogas, porém, com um fator agravante: esses alimentos estão facilmente acessíveis no mercado, tanto em exposição, quanto em variedade e preço também.

Ou seja, quando falamos que entramos em abstinência de doce, não estamos exagerando. Mais um motivo para tomarmos cuidado para não nos tornarmos vítimas da nossa própria comida!

 

(com informações da Exame.com.br)

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