dia mundial da alimentação
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12 lições que aprendi com a reeducação alimentar

dia mundial da alimentação

No Dia Mundial da Alimentação, nada mais justo do que compartilhar com vocês o que eu aprendi e venho aprendendo nos últimos anos (sim, é um processo contínuo) durante a reeducação alimentar ao lado da minha nutri Rita Cicerone.

 

  1. A comida não é nossa inimiga e os alimentos fazem coisas fantásticas pelo nosso corpo. Se a gente se propor a conhecer melhor os benefícios daquilo que comemos e enorme variedade de alimentos à nossa disposição, passamos a identificar o que e quando comer.
  2. Podemos comer de tudo, inclusive carboidratos. Mais uma vez, basta a gente correr atrás de conhecimento e orientação adequedos. Aqui nós já falamos sobre a importância dos carboidratos e como consumi-los.
  3. Jejum não emagrece. Pelo contrário: nosso corpo entra em stress (relembre os efeitos do stress no nosso corpo) e nós ainda entramos em estado catabólico (entenda a diferença entre catabolismo e anabolismo).
  4. Calorias não significam muita coisa se analisadas isoladamente. Temos que olhar o rótulo como um todo, os ingredientes presentes naquilo que consumimos. A Bia já falou sobre isso: relembre.
  5. Não devemos nos nortear pela balança. O que importa mesmo são as medidas, e nisso as roupas é que mostram na prática a nossa evolução. Nada como sentir que o jeans que antes estava apertado, agora sobra no nosso corpo 🙂
  6. Reeducação alimentar não é só alimentação. Ela afeta todos os nossos hábitos de vida. Primeiro a gente corre atrás para mudar antigos hábitos negativos de uma maneira proativa e depois eles vão se transformando como consequência da consciência alimentar e da autoestima que vai melhorando também.
  7. Reeducação é um processo contínuo. Como estamos falando de hábitos e padrões de comportamento, e não apenas de comida, temos que pensar que essa é uma escolha que deve nortear o resto dos nossos dias. E para isso, precisamos ter foco e disciplina, porque os maus hábitos voltam mais rápido e colocam a perder tudo aquilo que a gente demorou meses (e até mesmo anos) para reconstruir com mais qualidade.
  8. A terapia pode ser uma forte aliada. Se você sofre com a “fome emocional” ou com algum distúrbio alimentar (consciente ou insconscientemente), a terapia pode te ajudar e MUITO a atingir seus objetivos. Digo isso por experiência própria, porque foi só depois de aliar a terapia à RA que eu consegui emagrecer os primeiros 9kg. A Bia também já falou sobre isso aqui no blog.
  9. Não existe fórmula mágica. O que existe e a combinação entre “dieta” (não no sentido de regime – palavra que eu odeio -, mas de alimentação mesmo), atividades físicas e uma mente sã. Não acredite em pílulas que milagrosamente emagrecem 14kg em um mês: elas são a maior roubada e depois você vai engordar de novo, e até o dobro.
  10. Efeito sanfona não é saudável. Conheço muita gente que se diz “acostumada” ao efeito sanfona. “É normal, sou assim desde criança”, dizem. Não, isso não é normal, tampouco saudável. Se estamos falando de uma oscilação natural de poucos quilos, ok. Mas se estamos falando de uma diferença de 10kg num ano, é hora de rever seu conceito sobre o que é normal para o seu corpo. Se nos reeducarmos como um todo (mente e corpo), não seremos mais escravos nem do efeito sanfona nem da balança.
  11. Paciência e persistência são as chaves do sucesso. Ninguém dorme magro e acorda gordo, nem o contrário. Isso significa que não vamos conseguir emagrecer em 1 mês o que levamos 1 ano para engordar. Por isso, paciência. Cada um leva seu próprio tempo para responder aos estímulos da RA e das atividades físicas. A única certeza é que todos nós fatalmente chegaremos algum dia ao tal do efeito platô, quando parece que todos os esforços não dão mais resultado. Mas não desanime, ok? Sempre há um jeitinho de contornar a situação, seja com variações na alimentação ou nos treinos. Persista!
  12. Respeite seu biotipo. Mulherada, não adianta querer ter o corpo da Giselle Bundchen se seu biotipo não é o mesmo que o dela. Isso só gera mais frustração e insatisfação (sem falar nos outros danos à nossa cabeça e ao nosso corpo, como os distúrbios alimentares). Foque mais na qualidade da vida que levamos e menos no corpo que somos induzidos pela mídia a cultuar. O fato é que sempre vamos querer mudar algo no nosso corpo, sempre. Mas ame-o acima de tudo, com pneuzinhos ou não. Afinal, o seu corpo não define quem você é. 😉

 

E vocês? Compartilhem suas lições com a gente também!

Beijos!

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